Ele costumava me mostrar coisas, que outras pessoas seriam incapazes de compreender.
Até que eu cresci, me desinteressei.
De uns dias pra cá, voltou a me mostrar.
Queria eu, poder somente ver...
Nessa guerra não posso mais só assistir. Tenho que agir.
E eu não quero. Não quero nem saber.
Mas quando se tem a marca, não se pode escolher.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
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