Braços e pernas, jogados.
Rosto à mostra apenas para respirar.
Respiração, falha...proposital ou não.
Cabeça e o resto, cobertos, então.
Acariciou minhas mãos, a cortina, docemente.
E veio o Sol forte sobre meu rosto.
Exitei por alguns segundos e me levantei.
Mais difícil que levantar, foi sair.
Me dirigi onde me esperavam e me obrigaram a comer.
Sem se quer uma palavra, comi.
Quatro ou menos garfadas, foi o suficiente.
Sem se quer uma palavra, me recolhi novamente.
domingo, 11 de outubro de 2009
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